Olivia não contava com aquela noite: sentada em sua poltrona, lendo, ouviu a campainha. Olhou pelo olho mágico. Ninguém. Abriu a porta. Um baú no chão, em sua frente. Levou-o para dentro. Ficou apreensiva em abri-lo. Mas a curiosidade foi maior. Lá dentro, solitária, estava uma câmera. Analógica, antiga. Seria um presente?