Com uma obra extremamente complexa, Schwanke desenhou, pintou, esculpiu, fez instalações a partir de objetos chulos (baldes de plástico) e usou a luz elétrica como matéria-prima, antecipando uma prática que começou a se disseminar no Brasil especialmente no século 21. Com uma produção mergulhada na história da arte, o passado permanentemente conectado com o presente, Schwanke inseriu Santa Catarina na história da arte brasileira.