O documentário explora a relação que o artista Carlos Asp estabelece com os lugares, os amigos e a paisagem; o caráter portátil e desdobrável de seu trabalho; os diferentes usos da palavra em suas imagens e as imagens que se criam pelas palavras, através de anotações gráficas e conversas infinitas. Nos trabalhos guardados e perdidos e nas lacunas das efêmeras experiências artísticas registradas apenas nos seus relatos, o documentário procura criar um lugar-aqui de proximidade com o artista.